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‘Precisamos olhar para o futuro do Brasil’, diz Pastor Gildenemyr ao votar a favor da reforma

‘Precisamos olhar para o futuro do Brasil’, diz Pastor Gildenemyr ao votar a favor da reforma

deputado federal Pastor Gildenemyr do PL

O deputado federal Pastor Gildenemyr do PL votou a favor da reforma trabalhista que ocorreu na noite desta quinta-feira (27) na Câmara Federal onde o texto base da reforma foi aprovado em votação de 1º turno . O placar geral foi de 379 votos a favor, 131 contra e três ausências.

Para o parlamentar, defender as propostas de mudança significa demonstrar apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), mas “olhar para o futuro do Brasil”.

“Aprovamos o texto base da reforma da previdência no primeiro turno. Foi uma grande vitória. Com 379 votos, conseguimos muito mais apoio do que o necessário. Isso mostra como nós estamos comprometidos com o avanço, crescimento e o futuro do Brasil”

Segundo o Pastor Gildenemyr, a reforma demostra que o governo tem responsabilidade com as contas do País, e conter o déficit previdenciário. Em 2018, o rombo foi de R$ 264,4 bilhões, considerando o INSS, servidores públicos e militares.

“A população brasileira está envelhecendo e a previdência não tem como manter as aposentadorias se não fizer a reforma. Em momentos como esse, é importante olhar para o futuro do Brasil”, completou.

Dos 18 deputados federais do Maranhão, 14 votaram a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência e quatro votaram contra.

A Câmara retorna a discussão sobre a reforma, mas agora para analisar 14 propostas de alteração no texto-base, os destaques. Para concluir esta primeira parte, é necessária a análise dos destaques apresentados pelos partidos. Depois, o texto deve ser votado em segundo turno novamente pelos deputados e em seguida, a matéria segue para apreciação do Senado.

Reforma da Previdência retoma os debates nesta semana

Reforma da Previdência retoma os debates nesta semana

A Comissão Especial da Reforma da Previdência instalada na Câmara Federal retomará nesta semana os debates sobre a PEC6/19, que propõe alterações significativas no sistema previdenciário do país. Ao todo, 71 parlamentares já participaram das discussões, outros 78 estão inscritos para a próxima sessão, na terça-feira.

Apenas dois deputados maranhenses integram a Comissão Especial como membros titulares: João Marcelo (MDB) e Cléber Verde (PRB). Apesar disso, a bancada tem sido ativa nas discussões sobre o tema. O colegiado já se reuniu com o relator da matéria, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) em diversas ocasiões, já participou de audiências públicas em Brasília e até na Assembleia Legislativa do Maranhão, no início deste mês.

A bancada maranhense também já se colocou, de forma unânime, contrária à alterações no sistema previdenciário para trabalhadores rurais, para beneficiários do BPC [Benefício de Prestação Continuada] e para professores da rede pública federal.

A expectativa é de que os discursos dos maranhenses inscritos para os debates, nesta semana, sigam nesse tom. Sobre isso aliás, João Marcelo (MDB), Edilázio Júnior (PSB), Eduardo Braide (PMN), André Fufuca (PP), pastor Gildenemyr (PMN), Márcio Jerry (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), Juscelino Filho (DEM) e Hildo Rocha (MDB), já se posicionaram em reportagem especial a O Estado.

Todos defenderam a garantia de manutenção de direitos aos menos favorecidos do país. E se depender da bancada maranhense, é isso que irá acontecer…

Acelerado – O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, afirmou que há possibilidade de o colegiado concluir os trabalhos nesta semana.

Ele disse que as discussões devem ser encerradas amanhã na comissão. Logo em seguida a votação pode ser realizada.

Se isso ocorrer, na quarta-feira o relatório, já apreciado pelo colegiado, pode ser submetido ao Plenário da Casa, que vai votar a matéria em dois turnos.

Estado Maior

Deputado André Fufuca nomeia em seu gabinete condenado por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

Deputado André Fufuca nomeia em seu gabinete condenado por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

O quarto secretário da Mesa Diretora, André Fufuca (PP), nomeou no último dia 15 de abril de 2019, o ex-deputado estadual Stênio Rezende como secretário parlamentar em seu gabinete. O novo funcionário do deputado federal maranhense foi condenado em 2018 a quatro anos e seis meses de prisão pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Com a condenação, Stênio Rezende se tornou “ficha suja” e ficou impossibilitado de disputar a eleição de 2018, colocando em seu lugar, a sua esposa, Andreia Rezende, que acabou sendo eleita, mesmo após um grave acidente.

No gabinete de André Fufuca, Stênio Rezende terá um salário mensal próximo de R$16 mil, assim como algumas regalias como auxílio alimentação no valor superior a R$1000, diárias em caso de viagens a trabalho, plano de saúde e quem sabe até tentar se aposentar pela Câmara Federal.

Pela Lei, Stênio Rezende não poderia assumir, afinal é vetada a nomeação de brasileiros e estrangeiros em situação de inelegibilidade para cargo efetivo, comissionado ou em função de confiança no serviço público. Mas para André Fufuca, o ex-deputado não cometeu crime algum e ainda irá desempenhar função de “assessoria e articulação política no estado”, segundo informou ao blog Atual7.

Aliado de Cunha e investigado na Lava Jato, Waldir Maranhão assume presidência da Câmara

Aliado de Cunha e investigado na Lava Jato, Waldir Maranhão assume presidência da Câmara

waldir

A decisão do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), em suspender o mandato de deputado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, afasta Cunha (PMDB-RJ) também da presidência da casa. Com isso, assume o posto o deputado Waldir Maranhão (PP-MA). Waldir é aliado de Cunha e investigado na Operação Lava Jato.

Eleito vice-presidente da Câmara dos Deputados em fevereiro do ano passado – com o apoio de Cunha -, Waldir Maranhão foi apontado pelo doleiro Alberto Youssef, condenado por lavagem de dinheiro e outros crimes na Lava Jato, como um dos deputados que recebeu dinheiro através da empresa GFD, usada por Youssef para distribuir propina.

Waldir Maranhão também é investigado em outros inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) acusado de lavagem de dinheiro, ocultação de bens, direitos ou valores. Durante a votação do prosseguimento do processo de impeachment da presidente Dilma, Waldir fez um discurso de que continuaria ao lado de Cunha, mas votou pelo não.