Saúde

Começa hoje vacinação contra influenza em São Luís

Começa hoje vacinação contra influenza em São Luís

A Prefeitura de São Luís por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) inicia, nesta segunda-feira (12), a campanha de vacinação contra a Influenza na capital maranhense. A meta, com base na orientação do Ministério da Saúde (MS), é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários.

A imunização acontecerá das 8h às 17h, de segunda a sábado, em 61 locais de vacinação, de acordo com a coordenação de imunização da pasta. São apontados como grupos prioritários da campanha deste ano as crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (que acabaram de dar a luz), povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos ou mais, professores das escolas públicas e privadas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas.

Além destes públicos, serão vacinados caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade.

Para garantir o cumprimento da meta da campanha, a Semus montou um cronograma oficial em que serão vacinadas as crianças por dia específico. Nesta segunda-feira, dia 12, serão imunizadas contra a influenza somente as crianças entre seis meses e um ano de idade. Nos dias 13 (terça-feira) e 14 (quarta-feira) será a vez das crianças de um ano de idade.

Nos dias 15 e 16 deste mês, a imunização prossegue, voltada para atender as crianças com 2 anos de idade. Nos dias 17 (sábado) e 19 (segunda-feira) deste mês, serão imunizadas crianças de 3 anos; nos dias 20 (terça-feira) e 21 (quarta-feira), são vacinadas crianças com 4 anos de idade e nos dias 22 (quinta-feira) e 23 (sexta-feira) deste mês, são vacinadas contra a influenza apenas as crianças com 5 anos de idade.

Nos sábados, dias 17 e 24 deste mês, os postos estarão abertos das 8h às 17h para atender aos chamados retardatários, ou seja, somente os pais ou responsáveis legais que perderam os prazos anteriores de chamamento do cronograma oficial. Para a vacinação contra a Influenza, ao contrário da campanha contra a Covid-19, não é necessário cadastro prévio, bastando levar a carteira de vacinação da criança.

Na segunda etapa da campanha, a Semus contemplará os demais públicos prioritários – gestantes, puérperas e profissionais de saúde – que serão chamados a partir do dia 27 deste mês.

Orientações – A Semus está seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde, que não recomenda a aplicação das doses da vacinação de forma simultânea. As pessoas contempladas com a vacinação contra o coronavírus, após as duas doses, devem aguardar por 14 dias após a imunização para, em seguida, se vacinar contra a influenza.

Grupos prioritários para vacinação contra a Influenza

Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)

Gestantes

Puérperas

Povos indígenas

Trabalhadores da saúde

Idosos com 60 anos ou mais

Professores das escolas públicas e privadas

Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais

Pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, Forças Armadas

Caminhoneiros

Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso

Trabalhadores portuários

Funcionários do sistema prisional

Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas

População privada de liberdade

1° etapa

De 12 a 24/04 – Crianças

Dia 12: 6 meses a 1 ano

Dias 13 e 14: 1 ano

Dias 15 e 16: 2 anos

Dias 17 e 19: 3 anos

Dias 20 a 21: 4 anos

Dias 22 e 23: 5 anos

Dia 24: retardatários

2° etapa

De 27/04 a 10/05

Gestantes

Puérperas

Profissionais da saúde

UNIDADES E LOCAIS COM VACINA INFLUENZA POR DISTRITO

C.S da Liberdade

Centro de Saúde Paulo Ramos

C.S Bezerra de Menezes

USF do São Francisco

C.S. Vila Bacanga

U. M. Itaqui Bacanga

C. S. Clodomir P. Costa

C. S. Valdecy Eleoteria Martins

C. S. São Raimundo

C. S Yves Parga

C.S. Vila Nova

Hospital Aquiles Lisboa

C.S. da Vila Embratel

C.S. do Gapara

C.S Bairro de Fátima

U.M Coroadinho

C.S Carlos Macieira

PSF Dr. Antonio Guanaré

Posto de Saúde do Anil

C.S Genésio Ramos Filho

C.S Cohab – Anil

C.S Salomão Fiquene

C.S Djalma Marques

C.S Turu

Hospital Dr. Adelson de Sousa Lopes

UBS Cintra

C. S Genésio Rego

APAE no Outeiro da Cruz

C.S. Amar

Policlínica do Vinhais

C.S. Radional

C. S. da Vila Lobão

C.S. João de Deus

U.M. São Bernardo

Policlínica C. Operária

C.S Santa Bárbara

C. S. Drª Nazaré Neiva

USF Dr.Antonio Carlos S. Reis I

USF Maria Ayrecila II

USF Jailson Alves III

USF Santa Clara

USF Santa Efigênia

C.S São Cristóvão

USF Pirapora

USF Fabiciana Moraes

C.S Vila Janaína

UBS Expedito Alves de Melo

PS Coquilho

C.S. Itapera

C.S. Quebra Pote

C.S. Tales Ribeiro Gonçalves

USF Vila Sarney

C.S. Pedrinhas I

C.S. Pedrinhas II

C.S. Tibiri

C.S. Maracanã

USF Coqueiro

C. S. Jose de Ribamar Frazão

C.S. Laura Vasconcelos

C. S. Rio Grande (Mª de Lourdes)

C.S Vila Itamar

 

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Inquérito sorológico conclui que covid-19 já contaminou mais de 40% dos maranhenses

Inquérito sorológico conclui que covid-19 já contaminou mais de 40% dos maranhenses

Os dados apresentados nesta terça-feira (25) do inquérito sorológico realizado pelo governo do estado dão uma pequena demonstração do tamanho da subnotificação em relação ao novo coronavírus. O estudo estimativa de infecção seja de mais de 2,8 milhões maranhenses, mais de 40% da população.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, mesmo com parte da população apresentando anticorpos contra a Covid-19, o resultado do estudo não indica imunidade coletiva.

“Nesta fase já não se pode falar em imunidade de rebanho. Já temos conhecimento de um caso em Hong Kong de reinfecção, também soubemos de situações semelhantes na Bélgica e na Holanda. Devemos ter cuidados com esses casos de reinfecção, não quer dizer que haverá reinfecção de todos os casos, mas é possível, por isso não poderemos nos descuidar sobre as medidas de prevenção, distanciamento social, uso de máscaras”, disse o secretário.

 A prevalência foi mais elevada nos municípios de médio porte, de 20 a 100 mil habitantes, com 47,6% e mais baixa nos municípios de pequeno porte, com menos de 20 mil habitantes, com 31%. Nos municípios da Ilha de São Luís, a prevalência foi de 38,9%, já nos demais municípios de grande porte, com mais de 100 mil habitantes, a prevalência foi de 35,2%.

O relatório também mostrou que tanto o isolamento social quanto o uso de máscaras diminuem a probabilidade de infecção. No grupo das pessoas que mantiveram o isolamento social desde o início da pandemia, apenas 34% foram contaminados, enquanto 44,3% dos que não mantinham o isolamento tiveram contato com a Covid-19.

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Rede D’Or oficializa compra do UDI Hospital

Rede D’Or oficializa compra do UDI Hospital

Segundo informações da coluna Broadcast, do jornal O Estado de São Paulo, a Rede D’Or São Luiz, rede de hospitais de urgência e emergência, oficializou a compra do UDI Hospital, controlada até então pela família Gama, se tornando o quinto hospital da rede no Nordeste e a 38ª unidade em todo o país.

A negociação já havia sido noticiada no início do ano, e somente este mês foi concluída. A compra foi firmada por conta das sinergias das instituições do grupo na região nordeste, passando pela aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O UDI Hospital foi fundado em 1995 pelos médicos Carlos Gama, José Bonifácio Barbosa e Lourival Gama, que idealizaram o projeto ainda nos anos 1980.

Prefeitura de São Luís deixa profissionais de saúde do Socorrão II sem salários

Prefeitura de São Luís deixa profissionais de saúde do Socorrão II sem salários

Técnicos e auxiliares de enfermagem fizeram um protesto em frente ao hospital Clementino Moura (Socorrão II), protestando sobre as condições de trabalho e alegando que estão há três meses sem receber salários.

De acordo com os manifestantes, cerca de 90% dos profissionais de saúde que trabalham no Socorrão II e nos hospitais municipais da capital, são contratados temporariamente e não possuem alguns direitos básicos, como vale alimentação, vale transporte, dentre outros.

O ato que, segundo eles, é apenas de advertência pode mudar de cenário caso a Prefeitura de São Luís e a Secretaria Municipal de Saúde não se manifestem sobre a situação dos trabalhadores.

Segundo a presidente do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem e Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Maranhão (Sindisaúde), Dulce Sarmento, não houve posicionamento da prefeitura.

Os profissionais de saúde, eles não estão manifestando somente por conta dos salários e sim por condições de trabalho mais dignas.